Bodas de Diamante da Cerveja em lata

Em 24 de Janeiro de 1935, surgia, nos Estados Unidos, a primeira cerveja enlatada. Data em que a Krueger’s Finest Beer e, a Krueger’s Cream Ale foram expostas à venda, em Richmond, na Virgínia. Mas na verdade teve seu nascimento 14 me­ses antes, pouco antes do término da Lei Seca nos Estados Unidos. A American Can Company consegui produzir uma lata apenas. Tudo que se precisava era uma cervejaria que quisesse ser a pioneira. Então, a Gottfried Krueger Brewing Company de Newark NJ concordou em Novembro de 1933.

 A final desse mês. Americam tinha instalado uma linha de envase temporária e produziu 2.000 latas Krueger´s Special Beer, que continham a cerveja Krueger com 3,2% de teor alcoólico, que era o maior teor permitido pela legislação naquela época. Essa passou a ser a primeira lata de cerveja do mundo, mas ainda não vendida comercialmente.

 As 2.000 latas foram dadas para os fieis bebedores de Krueger: 91% aprovaram e 85% disseram que tinha sabor mais parecido com o chopp do que a cerveja em garrafas. Após o sucesso do teste a Krueger, com sinal verde, a história foi feita.

As latas evoluíram muito desde aquele tempo. Note que existem vários tipos diferentes dentro de cada categoria (low profile, high profile, j-spout, crowntainer and quart cone tops por exemplo).

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Aposenta Ronald McDonald

O grupo ativista Corporate Accountability International organizou um protesto em frente a uma loja do McDonald’s de Chicago. O que eles querem? Que Ronald McDonald se aposente. A instituiçao alega que, pelos últimos 50 anos, o personagem vem incentivando o consumo de junk food entre as crianças, gerando assim uma epidemia de doenças relacionadas a uma dieta nada saudável. Se o protesto funcionar, o palhaço deve se juntar a outros ícones como o caubói da Marlboro e o camelo do Camel. O site você confere aqui. Genial! Vale um click!

Fonte: http://marketingnacozinha.com.br

Quer ficar ligadão?

Beba café. Você ganha agilidade, afasta doenças, ultrapassa seus limites e vive com mais energia

Teste rápido de conhecimento sobre a cafeína: a substância aumenta os batimentos cardíacos? Eleva a pressão arterial? Aumenta o pique antes da atividade física? Enfim, tomar café faz bem ou faz mal? Se você escaneou os conhecimentos guardados na memória, provavelmente deve ter se perdido entre as inúmeras informações contraditórias que existem sobre o café.Nos últimos 60 anos, foram conduzidos mais de 21 mil trabalhos científicos sobre a cafeína. Em média, a cada dia uma nova pesquisa foi publicada sobre o assunto nesse período. No meio de tanta informação é fácil se perder. Pois nós estamos aqui para apresentar os benefícios relacionados ao consumo desse energético. E garantimos: você não precisa abandonar a bebida. Ela é do bem!

 Pegue uma xícara de café e sente-se. Saiba que a cafeína é uma substância complexa. É fato que ela aumenta a pressão arterial. Porém, também já se sabe que a ingestão regular de café pode reduzir pela metade o risco de morte por deficiência cardíaca. Outra da cafeína: o hábito do cafezinho pode trapacear o diabetes tipo II.

Calma. Não queremos aumentar a confusão. Vamos às instruções para aprender a consumir cafeína e tirar vantagem de seus poderes no trabalho, na academia e para melhorar a saúde de uma forma geral. Continue lendo

Mercado Municipal, o ponto mais cool de São Paulo

Para quem vai a São Paulo o Mercado Municipal é programa obrigatório, frutas exóticas, temperos de países distantes, queijos cheirosos, pastéis de bacalhau, sanduíches de mortadela… Está tudo lá, a poucos passos do metrô, prontinho pra ser consumido. Mais que um simples mercado, é um centro gastronômico, o mais tradicional ponto de gourmets da cidade de São Paulo, quem já provou o pastel de bacalhau do Hocca Bar ou o sanduíche de Mortadela do Bar do Mané sabe bem do que estou falando.

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Curiosidades – Tequila!

Pegue cálice daqueles de pinga, com limão e sal ao lado. Encha-o de tequila e tome de uma vez só. Repita o ato várias vezes e acorde com uma dor-de-cabeça infernal na manhã seguinte.
 
A indústria da tequila está tentando se desvencilhar dessa imagem de bebida para porres homéricos de consequências desastrosas. Tequila não precisa ser assim, dizem. Eu concordo. Tequila é o tema da minha coluna a VIP que chega às bancas na semana que vem.
Só para dar um preview do que trata a coluna: tequila é feita de uma planta chamada agave azul, mas pode ter até 49% de outro aguardente. Geralmente é de cana, ou seja, um tipo de pinga. As tequilas realmente boas são feitas 100% de agave. Por coincidência, depois de escrever o texto, fui convidado a dois eventos que promoveram essa versão sofisticada da bebida.
O primeiro foi o lançamento da marcas Olmeca (da multinacional Pernod Ricard) e de sua versão superpremium, a Tezón (foto ao lado). Sim, Tezón, mas isso não é de forma alguma relacionado à palavra “tesão” – é uma forma reduzida de tezontle, a pedra usada nos antigos moinhos mexicanos. A Tezón é feita num moinho assim, de forma semiartesanal, e isso se reflete no preço (acima dos R$ 150). É uma bebida que pode ser apreciada lentamente, pura, sem limão nem sal.

Curiosidades – Feijoada, o mais brasileiro dos sabores

Reza a tradição que a feijoada, a mais típica entre todas as iguarias que compõem o rico universo gastronômico brasileiro nos foi legada pelos negros escravos. De acordo com o relato mais conhecido em todo o país esse delicioso prato teria surgido a partir do repúdio dos portugueses pelas partes menos nobres dos porcos, como as orelhas, rabos ou pés, que tendo sido rejeitados, eram então cedidos aos moradores das senzalas, seus escravos.

 

A alimentação dos escravos, por sua vez, era escassa e composta basicamente por cereais como o feijão ou o milho. A esses elementos básicos eram acrescidos os temperos tão tradicionais na história ancestral dos povos africanos que foram para cá trazidos nos navios negreiros e também a farinha de mandioca.

 

De posse de todos esses ingredientes comuns em seu cotidiano e reforçados pela irregular doação das partes negligenciadas da carne de porco, teriam os escravos resolvido cozinhar tudo ao mesmo tempo com feijão, água, sal e condimentos como pimentas diversas (sem, contudo, exagerar na dose). Essa prática teria resultado no surgimento da feijoada que, aos poucos, teria deixado o habitat específico dos trabalhadores cativos e chegado as Casas Grandes dos senhores de engenho. Continue lendo

Bauru, a triste descoberta

Em fevereiro de 1989 passei as minhas férias em Camboriú/SC, junto com minha família e meu grande amigo Sérgio Varela. Era primeira vez que visitava aquela praia e o pouco que sabia é que a vida noturna era muito intensa e que o custo de vida era muito alto.

Nas duas semanas que passei por ali realizei outras descobertas, a primeira é que a praia não tem sol a tarde, em função do grande número de prédios altos na orla e a segunda é que o bauru era muito mais barato que em Caxias, praticamente a metade.

Eu e o Sérgio, habituais clientes do Danúbio em Caxias não tivemos dúvida, pedimos um Bauru, e estranhamos o questionamento do garçom, um pra os dois? Após confirmarmos o pedido, e ainda eufóricos com a pechincha que seria o almoço aguardamos ansiosos pelo prato que saciaria a nossa fome.

Minutos depois o garçom traz o nosso pedido, e pergunta se desejamos que divida ao meio? Perplexo com aquele minguado sanduiche a nossa frente, não tivemos dúvidas. – Meu amigo, tem algum engano, pedimos um bauru.

Em tom de sarcasmo ele responde. – Então, aqui está o pedido de vocês, até estranhei o pedido, um sanduiche deste é pouco para dois.

Algumas explicações depois entendemos que o tal bauru que conhecemos é uma exclusividade caxiense, e apesar de constrangidos pedimos um filé com fritas porque o mais importante naquele momento era matar a fome, missão que o bauru de Camboriú não iria cumprir.
O bauru original é um sanduíche inventado por Casimiro Pinto Neto em 1934, apelidado “Bauru” em referência à sua cidade natal. A receita original, oficializada por uma lei municipal de Bauru, consiste em um pão francês com rosbife, fatias de tomate, picles e queijo muçarela derretido.

A difusão do sanduíche Bauru não se restringiu somente ao bar onde foi criado e tampouco à sua cidade de origem. Em todo Brasil e até mesmo em outros países, este sanduíche tornou-se popular, apesar das inúmeras variações considerando as influências regionais e adaptações, porém não deixando de levar o nome da cidade de Bauru a todas as lanchonetes e bares onde é confeccionado, mas em Caxias as mudanças foram mais drásticas, uma evolução da espécie, mas isto já é outra história.

Bebida: Coca-Cola com gelo
Música: Engenheiros do Hawaii – Toda forma de poder
 
Esta história continua….
 
Um grande abraço.