Mercado Municipal, o ponto mais cool de São Paulo

Para quem vai a São Paulo o Mercado Municipal é programa obrigatório, frutas exóticas, temperos de países distantes, queijos cheirosos, pastéis de bacalhau, sanduíches de mortadela… Está tudo lá, a poucos passos do metrô, prontinho pra ser consumido. Mais que um simples mercado, é um centro gastronômico, o mais tradicional ponto de gourmets da cidade de São Paulo, quem já provou o pastel de bacalhau do Hocca Bar ou o sanduíche de Mortadela do Bar do Mané sabe bem do que estou falando.

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Stella Artois

 

Nascida na Bélgica, berço dos melhores mestres cervejeiros, e produzida com ingredientes de primeiríssima qualidade, Stella Artois é uma cerveja super premium, de sabor balanceado e marcante. Resultado de mais de 600 anos de tradição. Histórico A história de Stella Artois começa em uma pequena cervejaria na cidade de Leuven, no interior da Bélgica, há mais de 600 anos, ainda nos tempos medievais. Continue lendo

Barlavento

O Barlavento é um espaço alternativo e aconchegante no estilo bistrô, localizado na Rota da Sol, a 15 min do centro de Caxias, ponto de parada obrigatório para quem volta do litoral, deixando o lugar bastante agitado durante os finais de semana. De segunda a sexta-feira torna-se um ambiente tranquilo, ideal para encontros de trabalho, de amigos, e happy-hour, . É tambem uma interessante alternativa para quem recebe visitantes e quer algo diferente das opções tradicionais.

Curiosidades – Tequila!

Pegue cálice daqueles de pinga, com limão e sal ao lado. Encha-o de tequila e tome de uma vez só. Repita o ato várias vezes e acorde com uma dor-de-cabeça infernal na manhã seguinte.
 
A indústria da tequila está tentando se desvencilhar dessa imagem de bebida para porres homéricos de consequências desastrosas. Tequila não precisa ser assim, dizem. Eu concordo. Tequila é o tema da minha coluna a VIP que chega às bancas na semana que vem.
Só para dar um preview do que trata a coluna: tequila é feita de uma planta chamada agave azul, mas pode ter até 49% de outro aguardente. Geralmente é de cana, ou seja, um tipo de pinga. As tequilas realmente boas são feitas 100% de agave. Por coincidência, depois de escrever o texto, fui convidado a dois eventos que promoveram essa versão sofisticada da bebida.
O primeiro foi o lançamento da marcas Olmeca (da multinacional Pernod Ricard) e de sua versão superpremium, a Tezón (foto ao lado). Sim, Tezón, mas isso não é de forma alguma relacionado à palavra “tesão” – é uma forma reduzida de tezontle, a pedra usada nos antigos moinhos mexicanos. A Tezón é feita num moinho assim, de forma semiartesanal, e isso se reflete no preço (acima dos R$ 150). É uma bebida que pode ser apreciada lentamente, pura, sem limão nem sal.

Dicas – O Ovo Perfeito

Sensacional! Está em norueguês, mas dá para entender fácil. Esse programinha calcula o tempo necessário para você fazer um ovo cozido perfeito baseado em quatro fatores: o tamanho do ovo, o ponto desejado (mole, médio ou duro), a temperatura inicial do ovo e a altitude em que você se encontra (que vai determinar o ponto de fervira da água). Após inserir esses dados no computador (e o ovo na panela), aperte “play” para iniciar o timer. Link aqui.

Vale dos Vinhedos, o vale das delícias

Além de ótimos vinhos, o sul tem mimos para o turista. Lei seca? Nada, aqui o negócio é se molhar no banho borbulhante de uvas .

Aqui, a bebida oficial não é a cachaça nem a cervejinha gelada. Estamos na terra do vinho – o Vale dos Vinhedos, no Rio Grande do Sul, de onde sai a maior parte dos bons vinhos do Brasil. Brasil? A paisagem, o sotaque, a comida e – claro – o vinho dão a impressão de que estamos num cantinho perdido da Itália, a 130 quilômetros de Porto Alegre. Cidades como Bento Gonçalves, Monte Belo do Sul e Garibaldi acordaram há pouco para o turismo. Então, o que você vai ver nessa região ainda é bastante autêntico. Continue lendo

Dicas – Sujinho: um clássico paulistano

O boteco/restaurante Sujinho, na rua da Consolação, é um daqueles lugares tão tradicionais, tão incorporados à paisagem urbana que você às vezes esquece que eles existem. Em minha ultima viagem a Sào Paulo fiquei hospedado na Av. Paulista, quase na Consolação, depois de dois ou três anos sem pisar lá. E encarei a chuva para jantar a gigantesca bisteca de boi com molho acebolado e salada de repolho.
Primeiro, o susto. O nome, cada vez mais, destoa do ambiente. Nascido como um bar frequentado na madrugada por taxistas e prostitutas, o Sujinho foi-se aburguesando até adquirir a forma atual, com um salão renovado, brilhando de limpo (há até um gigantesco painel com uma foto antiga de São Paulo cobrindo a parede do fundo, no pior estilo “boteco chique”).
Depois, o alívio ao perceber que a mudança foi apenas superficial. Alívio acompanhado de uma irritação bem familiar. Os garçons continuam mal-humorados, um tanto rudes, quase estúpidos. A casa ainda não aceita cartões de crédito ou débito, obrigando o cliente desprevenido a sair no temporal para sacar dinheiro (não foi o meu caso, graças a Deus). Se você vai beber cerveja sozinho, a casa não tem isopor ou balde de gelo para impedir que a garrafa de 600 ml fique quente.
Por último, quando chega a comida, o pensamento é “por que não venho mais frequentemente?”. Uma bisteca à la Fred Flintstone custa R$ 23. Dá para dividir facilmente. E é boa, muito boa. Certamente não se trata da carne mais macia do planeta, mas o sabor equilibra perfeitamente o “bifoso” e o “carvônico”.
Ao tomar meu último gole de cerveja não-tão-gelada-assim, me perguntava por que aceito pagar fortunas em vários restaurantes que não são tão bons assim quando o Sujinho sempre está lá para matar, exterminar, aniquilar a fome dos mais famintos por um preço justo.
Sujinho – Rua da Consolação, 2068, São Paulo (mais 3 endereços)

Fonte: Blog O bom garfo / Marcos Nogueira editor da seção Boa Vida da revista VIP